Coração de mulher é especial e precisa de atenção

fatores de riscos para enfarto do miocárdio na mulher
É de nossa cultura dizer que a mulher sabe cuidar, leva mais jeito que o homem e é verdade. Mas cuida dos filhos, do marido, parentes, amigos, da casa. Corre para atender aos mais banais pedidos de socorro dos seus entes queridos esquecendo de si mesma. Principalmente quando o assunto é saúde. Vai deixando de lado aqueles sintomas que muitas vezes o organismo manda como um alerta de que algo precisa de atenção. Pesquisas mostram dados preocupantes relativos a doenças cardiovasculares em mulheres.

Nos anos 70, a morte de mulheres vítimas de enfarto era uma a cada dez homens. Atualmente esse número é de uma para 2,4 homens. Essas doenças atingem cada vez mais vítimas no mundo inteiro e no Brasil a maioria das mortes de mulheres entre 40 e 50 anos, são provocadas por doenças cardiovasculares.

As mudanças no organismo provocadas pela menopausa merecem atenção especial quando o assunto é o coração. É que nesse período de transições a acontece a perda acentuada do estrogênio, hormônio que protege o coração deixando então a mulher mais vulnerável a esses riscos. Toda mulher deve estar atenta aos sintomas, em qualquer idade pois não só é a menopausa que traz esses problemas.

Vários são os fatores de risco, principalmente nos dias atuais onde ocupa cada vez mais o mercado de trabalho, conciliando a vida familiar e pessoal com carreira tornado assim mais exposta a situações de estresse pelo acumulo de funções e dupla jornada de trabalho. Dor no peito e no braço esquerdo são os principais sintomas de início de um enfarto. Se sentir-se sob risco, procure ajuda urgente, não perca tempo. De acordo com pesquisas fatores hereditários contribuem para aumentar os riscos, mas não é tudo. Existem fatores externos que podem aumentar tais riscos.

Os principais fatores de riscos para enfarto do miocárdio


- Sedentarismo
- Tabagismo
- Diabetes
- Hipertensão
- Colesterol alto
- Obesidade

O tabagismo é mais preocupante, por acelerar os problemas coronarianos e com isso aumentar os riscos do enfarto. Cuidados com a alimentação ajudam. Principalmente se conseguir diminuir ou banir o consumo de alimentos gordurosos e moderar o uso do sal de cozinha, uma vez que o sal altera a pressão arterial podendo contribuir para a hipertensão.

É obrigatório a mulher:
- Consultar seu ginecologista pelo menos uma vez ao ano para exames preventivos
- Fazer controle periódico da pressão arterial, da taxa de glicemia e colesterol

O importante é nunca esquecer de que o melhor remédio continua sendo a prevenção.
Graça Campos
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